quinta-feira, novembro 30, 2006


What lies before me is my past



The people and their rights bore me... In these modern days to be vulgar, illiterate, common and vicious, seems to give a man a marvellous infinity of rights that his honest fathers never dreamed of.
Prince Paul in Vera, or The Nihilists

10 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Simplesmente soberbo.Parabens

10:36 da tarde  
Blogger mfc said...

Obrigado por este presente de Oscar Wilde... consegue ser superiormente vulgar!
O seu pensamento é límpido.

11:45 da tarde  
Blogger Francisca said...

Obrigada Platão, o Wilde conseguiu, mesmo em vida ser famoso e notorious.
Como ele dizia, o público só não perdoa aos génios:)
Soberbo, de facto.

12:04 da manhã  
Blogger Francisca said...

Obrigada eu, Manel.
Francamente, nunca achei que esta frase fosse tão actual como agora.
E para que não te passe pela cabeça que sou de direita, o meu presente para ti é uma outra frase dele que, tenho a certeza que te delicia tanto como a mim: "We are often told that the poor are grateful for charity. Some of them are, no doubt, but the best amounst the poor are never grateful. They are ungrateful, discontented, desobedient and rebellious. They are quite right to be so".:)

12:22 da manhã  
Blogger Guarda-factos said...

Francisca, a menina, além do evidente bom-gosto, tem notório talento: excelente sanguínea... ;)

1:11 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

A máscara. :)

1:28 da manhã  
Blogger Francisca said...

É verdade, JoãoG, apesar de ser modesta, tenho que admitir o meu extraodinário talento e supremíssimo bom gosto para os amigos que escolho (tenho pena que o pudor me não deixe ilustrar essa inegável verdade com uma fotografia sua);)

10:59 da tarde  
Blogger Francisca said...

"As verdades metafísicas são as verdades das máscaras", não é Dakini? Ou será a "beleza do disfarce"?
Ele usou tantas e de tantas formas que acho que foi mudando o seu conceito ao longo da vida.
Jiiiiiii, "a máscara" em Wilde dava "pano para mangas" e hoje seria para ele um dia de silêncio tumular.
:)

11:17 da tarde  
Blogger TheOldMan said...

Para que um indivíduo seja aceite pelos seus semelhantes e quiçá atingir a notoriedade entre eles, deverá aparentar e fazer prova de características e predicados com que estes se identifiquem; ou que façam parte do leque das aspirações colectivas.

- Esta é minha, mas acho que serve perfeitamente. Embora já alguém o possa ter dito de modo aínda mais claro. -

Um homem não deve apenas chamar-se Ernesto, mas ter também cara disso (LoL)

;-)

7:40 da manhã  
Blogger Francisca said...

Pois, OldMan, esse comentário deixou-me muda. Ou seja, pasmei, apesar de dever já estar habituada a esse imenso sentido de humor:))
A frase serve perfeitamente, mas está tão armadilhadinha:))
Os "semelhantes" só aplaudem até perceberem as diferenças e os diferentes ou fazem o jogo da dupla opacidade ou se acomodam a mudar de identidade... se querem um "final feliz".
O Algernon - naquelas one-liners tão magníficas em "The Importance of Being Earnest" - responde (pelo próprio Wilde) a esse irónico reparo de se ter cara de Ernesto:)).
;)

11:47 da manhã  

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